Quais mudanças a Educação 4.0 traz para a sala de aula?

A chamada Indústria 4.0 vem revolucionando todo o modo como pensamos, nos comportamos e como as coisas funcionam. A conexão de itens usados no dia a dia por meio da rede mundial de computadores, automação, impressão 3D, inteligência artificial, promete mudar a forma como os seres humanos absorvem conhecimento.

A escola, evidentemente, deve acompanhar a transformação da sociedade como um todo. O termo Educação 4.0 nos faz pensar em toda a evolução tecnológica que estamos presenciando, e também nas necessidades educacionais das novas gerações.

O foco, daqui em diante, não será nos recursos tecnológicos e sim como utilizá-los para proporcionar interação, ludicidade e coletividade. A vivência e a experimentação serão valorizadas, bem como o desenvolvimento de competências socioemocionais. A escola precisa incentivar uma nova cultura voltada para a inovação, a invenção e o pensamento crítico. Além de incentivar a criatividade, a cooperação e a resolução de problemas.

Essa mudança baseia-se no conceito de learning by doing, que em português significa “aprender fazendo”. É uma resposta aos questionamentos de professores e gestores da área que se perguntam quando a escola vai se adaptar à realidade do mundo digital para manter o interesse dos alunos.

Estes são alguns elementos que devem ser estimulados desde os primeiros anos escolares:

– Saber lidar com pessoas de forma colaborativa;

– Desenvolvimento de competências socioemocionais;

– Participação em projetos interdisciplinares, que utilizam conhecimentos de diversas disciplinas para um objetivo comum;

– Uso da empatia com inteligência.

Vale somar aqui a importância do desenvolvimento das habilidades relacionadas ao STEM, termo em inglês que relaciona as áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática.

A Educação 4.0 será uma das maiores revoluções da história. Ela não vem sozinha, mas como uma consequência de diversas outras mudanças tecnológicas, econômicas e sociais.

Muitas das profissões para as quais as pessoas estudam hoje se tornarão obsoletas em pouco tempo. A escola deverá ser espaço para o aprendizado de habilidades digitais e das competências voltadas ao empreendedorismo. A educação se tornará cada vez mais personalizável e os alunos, mais engajados. As tecnologias poderão ser aplicadas desde a educação infantil.

A mesma facilidade que as crianças terão para aprender, ajudará também a gestão escolar. A automação dará agilidade e conforto aos gestores. Além disto, eles terão acesso aos dados de todos os alunos de forma automática e dinâmica.

A arquitetura das escolas também deve evoluir, favorecendo a criação de espaços coletivos de interação, sem a rigidez atual. Não haverá classes, carteiras e cadeiras enfileiradas e sim espaços criativos e bem equipados para a livre exploração e expressão de ideias.

É preciso se preparar para essa revolução desde já, se apropriando de tecnologias como software de gestão escolar e equipamentos que permitam o aprendizado com conectividade. Enquadrar-se nesse novo modelo de educação diz muito mais respeito às práticas pedagógicas do que propriamente aos equipamentos que a escola disponibilizará.

Para o pleno desenvolvimento das competências socioemocionais, alunos de todas as idades podem frequentar as aulas do Super Cérebro. Agende uma aula experimental gratuita agora mesmo! http://bit.ly/2HKvIh4

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