Pisa 2018: por que o Brasil apresenta resultados tão ruins?

Indisciplina, bullying e falta de educação socioemocional podem explicar dificuldades dos alunos. Leia mais!

O resultado da principal avaliação da educação básica no mundo, o Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), foi divulgado no início de dezembro. Realizada por cerca de 600 mil estudantes de 15 anos em 79 países, a prova analisou os níveis de conhecimento em leitura, matemática e ciências dos alunos, mas também questionários com os estudantes, professores, familiares, diretores e escolas.

Por meio dos questionários é possível ter um diagnóstico amplo das escolas e da realidade escolar do país. Na edição de 2018 os questionários foram respondidos por 10.691 alunos de 638 escolas do Brasil. Quase metade dos alunos (41%) respondeu que os professores perdem tempo da aula por causa da bagunça em sala. Já 29% responderam que há ofensas dentro da escola. Segundo os dados da pesquisa, os casos de bullying e ofensas no Brasil são em número maior do que a média nacional.

Para os analistas da OCDE, é importante que os alunos se sintam confiantes, integrados e felizes dentro do ambiente escolar, e não apenas que dominem as áreas de conhecimento ensinadas. Por isso o questionário é aplicado, para que se analise de que forma o ambiente pode interferir no desempenho dos estudantes. Conforme o documento da OCDE, “um clima escolar positivo é pré-requisito para o melhor desempenho dos alunos e um forte indicador de desenvolvimento social e emocional”.

Educação Socioemocional

A educação socioemocional passa a ser base dos currículos escolares em 2020. E cada vez mais, mostra-se como elemento essencial para um bom desempenho escolar e, futuramente, profissional. Saber lidar com as próprias emoções, ter equilíbrio para a tomada de decisões, colocar-se no lugar do outro, analisar e ponderar possibilidades, ter pensamento crítico e ser proativo são alguns exemplos de habilidades socioemocionais que precisam ser desenvolvidas, também, dentro do ambiente escolar.

Algumas dessas habilidades podem fazer falta para os estudantes brasileiros na hora de responder avaliações, tanto nacionais quanto internacionais. Se os alunos não tiverem força de vontade e garra para ir até o final da prova, ou resiliência para se adaptar às dificuldades do percurso e superar obstáculos, poderão ter seu desempenho prejudicado.

Desenvolva as habilidades do futuro

Chamadas pelo Fórum Econômico Mundial de “habilidades do profissional do futuro”, as competências socioemocionais são desenvolvidas durante as aulas do método Super Cérebro com o uso de jogos de tabuleiro internacionais e premiados. As aulas também utilizam o Soroban, o ábaco japonês, para desenvolver competências cognitivas como memória, concentração e raciocínio lógico.

Entre em contato com a unidade mais próxima e agende uma aula experimental gratuita!

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